<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rss version="2.0"  xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">
<channel>
<title><![CDATA[FLOGÃO: PANBI]]></title>
<image><url>http://i3.flogao.com.br/p/5/i/n/panbi/avatar.jpg</url>
<title>O vento é sempre o mesmo, mas sua resposta é diferente em cada folha.</title><link>http://www.flogao.com.br/panbi</link></image><link>http://www.flogao.com.br/panbi</link>
<description></description>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 12:16:00 -0300</pubDate>
<lastBuildDate>Sat, 27 Jun 2009 12:16:00 -0300</lastBuildDate>
<item>
<title><![CDATA[Lolita]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/227/130837994</link>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 09:10:40 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/227/130837994"><img src="http://s74.flogao.com.br/2009/06/27/20/tb_130837994.jpg"></a><br><br>And I'd give up forever to touch you
Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now

And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight

And I don't want the world to see me
Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive

And I don't want the world to see me
Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

(break and solo)

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/227/130837994</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/227/130837994" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s74.flogao.com.br/2009/06/27/20/tb_130837994.jpg"/>
<media:title><![CDATA[Lolita]]></media:title>
<media:text><![CDATA[Lolita]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Férias?]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/222/130787964</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:14:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/222/130787964"><img src="http://s73.flogao.com.br/2009/06/22/52/tb_130787964.jpg"></a><br><br>Pois ééé! Contagem regressiva, falta apenas DOIIIIS dias! ahsiuashiuashuash

Responderei todos assim que puder! Arigato.]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/222/130787964</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/222/130787964" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s73.flogao.com.br/2009/06/22/52/tb_130787964.jpg"/>
<media:title><![CDATA[Férias?]]></media:title>
<media:text><![CDATA[Férias?]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[...]]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/216/130723125</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 11:53:07 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/216/130723125"><img src="http://s74.flogao.com.br/2009/06/16/31/tb_130723125.jpg"></a><br><br>Vejo entre as arvores os vultos daqueles que se foram, 
tentei chegar mais perto para tentar ao menos pela ultima vez sentir a presen&#231;a deles entre n&#243;s, 
mas quanto mais eu andava, 
mas estava longe daqueles que tamb&#233;m ficaram.
Quando percebi tamb&#233;m tinha partido.]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/216/130723125</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/216/130723125" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s74.flogao.com.br/2009/06/16/31/tb_130723125.jpg"/>
<media:title><![CDATA[[...]]]></media:title>
<media:text><![CDATA[[...]]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[*---*]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/211/130667033</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 07:27:34 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/211/130667033"><img src="http://s73.flogao.com.br/2009/06/11/14/tb_130667033.jpg"></a><br><br>OhaYo!!!!!! :D

Arigatoo a tooodos pelas visitas *_*
Voltem Sempre! :D

Panbi ~*

The Way You Make Me Feel - McFly

Eu penso no passado
E todo tempo que eu passei estando sozinho
Eu observei os jovens sendo jovens
Enquanto todos os cantores cantavam
Sobre o jeito que eu me sentia
Os dias est&#227;o aqui de novo
Quando todas as luzes se apagam,
O que eles me mostram?
As regras s&#227;o todas as mesmas
&#201; apenas um jogo diferente
Para te dizer como eu me sinto
Embora pare&#231;a t&#227;o raro,
Eu sempre estive l&#225;

Oooh, Eu n&#227;o consigo parar de gostar do jeito que voc&#234;
faz eu me sentir
Oohh, Eu n&#227;o consigo parar de gostar do jeito
Oohh, Eu n&#227;o consigo parar de gostar do jeito que voc&#234;
faz eu me sentir

Levei um pouco de tempo
Escrevendo todas as coisas que eu te falo
Eu vou te enviar pelo correio
E se tudo der certo
Levar&#225; um ou dois dias
Eu passei algumas noites extras
Tentando esquecer as coisas que te mostrei
Por hora, a fuma&#231;a baixou

E por todo tempo eu temi
Que isso ficasse desse jeito
Pensei que talvez estivesse errado
Minha luz est&#225; sempre acesas


Olhe para n&#243;s agora
Pergunte-me, como isso ficou assim
Eu vou te mostrar como
Botei meus p&#233;s no ch&#227;o
Mas vou levant&#225;-los
E estou pronto para andar, yeah
]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/211/130667033</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/211/130667033" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s73.flogao.com.br/2009/06/11/14/tb_130667033.jpg"/>
<media:title><![CDATA[*---*]]></media:title>
<media:text><![CDATA[*---*]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Milk *-*]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/206/130620136</link>
<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 17:23:02 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/206/130620136"><img src="http://s74.flogao.com.br/2009/06/06/52/tb_130620136.jpg"></a><br><br>Boa Noite!

Arigato a todos pelas visitaas! :] 
Volte Sempre! *_*

Kissus da <a>Panbi</a>


# Nem mesmo o c&#233;u, nem as estrelas
Nem mesmo o mar
E o infinito
N&#227;o maior
Que o meu amor
Nem mais bonito...

Me desespero
A procurar
Alguma forma
De lhe falar
Como &#233; grande, o meu amor, por voc&#234;...

Nunca se esque&#231;a
Nem um segundo
Que eu tenho o amor
Maior do mundo
Como &#233; grande, o meu amor, por voc&#234;...... ]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/206/130620136</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/206/130620136" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s74.flogao.com.br/2009/06/06/52/tb_130620136.jpg"/>
<media:title><![CDATA[Milk *-*]]></media:title>
<media:text><![CDATA[Milk *-*]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anime Friends!]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/229/130534794</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 14:36:00 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/229/130534794"><img src="http://s74.flogao.com.br/2009/05/29/42/tb_130534794.jpg"></a><br><br>Boa Taaaarde galerinha! *-*
Quanto tempooo! :D

Nhaaaaaaaa AF chegandoo :D ... quem vaaai? *-*
Desculpem todos pela demora !! Irei responder todos!! :)
Voltem sempre!

Kissus da Panbi ;*


Naquela Noite


Aquele instante, naquela noite, pareceu uma eternidade. Uma eternidade que carrego comigo, como a me lembrar do que não devo esquecer.

Talvez por tudo ter sido tão fugaz é que eu ainda carrego aquelas lembranças: tétricas sombras na memória. Sombras de lembranças que me acompanham como se aquele instante se houvesse transformado em parte de mim. Uma parte de mim que, mesmo que me esforce, não consigo apagar, nem deixar para traz: persegue-me e me atormenta.

Por isso é que hoje, não sendo mais capaz de guardar esse segredo, me decidi partilha-lo com você. Não sei se você vai me entender; também não sei se estas minhas lembranças penetrarão em tua mente, fazendo-se presença concreta como são concretas as minhas lembranças.

O fato é que as coisas aconteceram tão rapidamente que não sei se não foi justamente essa rapidez que fez com que tudo se tornasse tão constante; tão presente. Tão presente que me atormenta ao me acompanhar.

Claro que vou te contar não para que você seja mais um a ter essas lembranças, mas para que você entenda o que sou obrigado a ver todos os dias e várias vezes por dia.

Aconteceu naquela noite

Muitas vezes eu já havia passado por aquele local, inclusive à noite. E, a despeito das histórias escabrosas e cabulosas que ouvia, nunca havia visto nada de diferente. Nada havia visto ou sentido a não ser uma espécie de desdém diante do medo confessado por outros tantos. E me vangloriava de não ser medroso e não me assustar. Sentia que tinha nervos fortes e controle sobre minhas emoções.

Aliás medo era uma palavra que não constava em meu dicionário.

Por tudo isso é que naquela noite andava, calmamente, voltando para casa. Nem vale a pena contar de onde estava voltando. Você não iria acreditar. Mesmo que eu jurasse ser verdade você ainda diria que estou mentindo. Ninguém acredita que alguém vá lá e volte, à noite...

Caminhava eu, lenta e calmamente, como calma estava a noite, sem uma brisa sequer. O fato é que tudo estava parado como se o próprio tempo estivesse esperando aquele momento. E, aliás, só me dei conta desse detalhe depois, quando tudo já havia acontecido. Quando já não havia mais nada a fazer para evitar. O poder do tempo passando é inexorável. Mas, como disse, tudo foi muito rápido.

Um só instante.

Foi quando aconteceu.

Foi quando vi aquela árvore

Aquela árvore e seus olhos de brasa, feito braços com os quais, em minha direção, brandia aquilo que parecia ser uma lâmina, cintilante ao brilho das estrelas.

Não estava escuro, mas também não havia lua no céu.

Também não havia nuvens. Talvez por isso as estrelas estivessem tão brilhantes. Ou talvez o brilho das estrelas fosse só um contraste para aquela escuridão iluminada pelas estrelas de uma pequena estrada num campo adornado com aquelas árvores.

Não sei, exatamente o que aconteceu. Só sei que somente a luz alva das estrelas me avisou, denunciando aquele movimento. Um brusco e rápido movimento, justamente em minha direção.

Puro instinto de preservação foi o que me moveu: dei um passo para trás, inclinei, rápida e levemente o corpo e os galhos da árvore, com seus olhos em brasa empunhando aquela lâmina passou, sibilante, bem na altura em que estava meu pescoço.

Embora tudo tenha sido assim tão rápido ainda pude sentir a frieza das folhas me empurrando, na continuação do movimento roçante daquela lâmina, brilhante e mortal.

Por ter sobrevivido, vi a ira daqueles olhos de brasa.

Olhavam-me como a me dizer que aquilo era só o começo. Como de fato foi, pois hoje, depois de tantos anos aquela cena me persegue. Pior. Aquela cena se repete...

Bem, naquele instante não pude perceber muitos detalhes, mas a lâmina parecia um cutelo, uma foice... Quem vê filmes de terror ou lê histórias em quadrinho vai me entender. Aquela lâmina lembrava aquele que se vê nessas histórias de terror. Mas não era uma historinha, ou um filme. Era um fato que estava acontecendo, ali, comigo!

E havia um vulto!

Não!

Não se tratava daquele vulto que a gente se acostumou a ver desenhado nas histórias em quadrinho, ou nos filmes de terror, representando a morte. Era pior, pois era verdadeira. E seu golpe se dirigia a mim, ou melhor, o que é pior: contra mim.

Era um vulto com uma veste que, naquele escuro semi-prateado, perecia ser preta. Preta a veste, como pretas estavam as verdes e frias folhas que me haviam tocado, como que empurrando, naquele balançar do cutelo.

Junto com meu grito, que saiu rouco de terror, minhas pernas tentaram correr.

Não pude.

Eu estava como que preso ao chão. O susto como que me paralisara, atando-me as pernas.E, no reflexo da esquiva, nem pude dar um passo para trás. Mas o movimento do corpo mais o esforço da fuga, se juntaram para me derrubar.

Caí!

Caí, não derrubado pelo medo, pois o terror que senti me impedia de ter medo. Caí derrubado pelo meu próprio movimento de auto-preservação.

Caí como se os próprios galhos gelados da árvore me tivesse agarrado e atirado ao chão.

Nesse instante, ainda mais aterrorizado, vi a árvore se levantar sobre suas raízes e vir em minha direção. Seus olhos brilhavam. Seus olhos, garras mortais, com aquela lâmina brilhante, caindo sobre mim.

Por um instante bem mais ínfimo e rápido, senti que meu fim se aproximava. Seria minha morte? Tive um átimo de tempo para me perguntar.

Olhei tudo novamente, nesse infinitesimal instante. Talvez por isso é que mal percebi o vulto que se ocultava ao se mostrar por entre as folhagens daquela árvore. Uma arvora que eu já não sabia se me atacava ou me protegia.

É mentira o que dizem quando afirmam que na hora da morte se vê o filme da vida passando diante dos olhos. Não vi nada. Só via o perigo. E sentia: meu fim estava pairando sobre mim e eu nada podia fazer. Nem teria tempo de dizer, "ai meu deus", como se alguma divindade qualquer pudesse fazer algo para me salvar.

Numa situação de perigo não são as divindades ou seja lá o que for, que interferem para nos salvar. O que nos salva é nossa capacidade de perceber o perigo e reagir sobre ele – ou contra ele. Mas tem que reagir rápido. Essa rapidez é o que determina a nossa salvação ou a morte.

Não morri.

Mas eu também não reagi. Nada! O medo me paralisou.

Mas o desespero, como que se personificando, me jogou para um lado. Naquele gesto de me preservar, perdi o equilíbrio. Pelo menos é isso que imagino, hoje, depois de tanto tempo já passado. Mas naquele momento não deu tempo de pensar nada disso. Tudo estava acontecendo – e aconteceu – rápido demais.

Rolei ladeira abaixo caindo sobre pedras pontiagudas. Só percebi que parei de cair quando meu corpo foi penetrado pelas navalhas da água gelada daquele lago que a natureza, em eras remotíssimas havia colocado ali.

Até parece que ele sempre estivera ali, escavado por uma casualidade inacreditável, para me aparar naquela queda.

É verdade que, quando criança, em tardes de verão, me banhava naquelas águas escuras. Fazia isso com o coração apertado pelo medo. Medo de ser apanhado fazendo uma peraltice – criança banhar-se num lago era uma grande peraltice; medo dos assombros que me invadiam a consciência-criança, assustada com as histórias de coisa de outro mundo, que ouvia dos mais velhos.

Antes de afundar, ainda vi. Melhor dizendo, senti que meus ouvidos captavam o som satânico de uma gargalhada como a zombar de meu medo ou a me dar uma lição para minha incredulidade.

Antes de afundar na água gelada pude perceber que os olhos de brasa, dos galhos da árvore se acalmavam. E, misturado às ramagens escurecidas pela escuridão da noite estrelada pude ver novamente o vulto. Pude distinguir suas formas da forma da árvore. Pude perceber que aqueles olhos mortais com aquela lâmina que me atacaram eram diferentes dos olhos de brasa dos galhos da árvore.

Só então pude perceber que a árvore, apesar de ter me assustado e quase me agredido, não se levantara sobre suas raízes para me atacar, mas para me proteger – ou para me avisar do perigo.

Não sei se desmaiei ou o que aconteceu comigo. A última coisa que me lembro de ter percebido foi a dor daquelas lâminas da água gelada penetrando em meu corpo, naquela eternidade de alguns segundos.

Mas eu sobrevivi.

Não sei como, mas sobrevivi.

Sobrevivi para poder contar que aquela cena me persegue, dia e noite.

Claro que hoje já não sinto mais medo. A convivência diária com aquilo foi se tornando algo que habita em mim.

Não sei como nem porque aquela cena, ou melhor, aquele vulto, com aquela lâmina mortal, me acompanha.

O que sei é que depois daquela noite muitos milhares de pessoas morreram. Pessoas que nunca imaginava sequer que existissem.

Claro que entre essas que morreram alguns eram conhecidos. E o pior de tudo, alguns amigos. Todos mortos com a minha participação.

Sim! Não duvide! Nem se assuste! Apenas preste atenção no que estou te dizendo!

Depois daquela noite, posso dizer que tive alguma participação na morte de cada um de todos os que morreram... depois daquela noite a morte passou a ser minha companheira!

Não. Não matei ninguém!

Só que aquele vulto me persegue.

Quer dizer, não me persegue a mim. Eu é que o vejo.

Para cada pessoa amiga, ou conhecida, ou estranha que encontro na rua e que está para morrer eu vejo aquele mesmo vulto, noturno, confundindo-se com aqueles galhos e aqueles olhos de brasa, daquela árvore em que vi aquele vulto.

E, ainda hoje, quando olho para alguém, olho duas vezes. Uma vez para ver a pessoa e outra vez para ver se não vejo aquele vulto. Mas muitas vezes o vejo...

Muitas vezes ele está lá. E quando ele está... sei que haverá uma morte. A morte da pessoa que estou olhando

E isso me acompanha, diariamente, ao longo de anos.

Nesses anos todos pude ver e saber quem seria a próxima pessoa a morrer, pois para cada futuro defunto, eu vejo o vulto acompanhando a pessoa. Como que esperando o momento exato.

O exato momento da morte.

Um vulto indefinido, mas que se torna nítido e perceptível, com aquela roupa escura e aquele cutelo nas mãos.

E então, cada vez mais vejo o vulto, distinto do vulto da árvore, que me derrubou e me empurrou para a ladeira, para dentro das navalhas da água gelada que me salvaram a vida, sei que alguém está marcado para a morte.

Cada vez que vejo aquele vulto, perto de alguém sei que aquela pessoa vai morrer.

E, ainda hoje, depois de tanto tempo, depois de tantos anos, cada vez que olho para alguém, olho duas vezes.

E muitas vezes eu vejo o vulto ao lado da pessoa.

Exatamente esse vulto que está agora atrás de você, do teu lado direito, levantando uma lâmina à altura do teu pescoço...]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/229/130534794</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/229/130534794" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s74.flogao.com.br/2009/05/29/42/tb_130534794.jpg"/>
<media:title><![CDATA[Anime Friends!]]></media:title>
<media:text><![CDATA[Anime Friends!]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anime Friends 2009 ]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130478105</link>
<pubDate>Sun, 24 May 2009 08:12:35 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130478105"><img src="http://s72.flogao.com.br/2009/05/24/15/tb_130478105.jpg"></a><br><br>Aaaah! T&#225; chegaaando! *-* 

Queeem vaai? :D

Anime Friends - 10, 11, 12, 16, 17, 18 e 19 - 7 dias de evento! :D

Obrigada a todos pelas visitas e voltem sempre
(gomen a demora pra postar! :D)

<a>Panbi</a> ~- 


Naquela Noite


Aquele instante, naquela noite, pareceu uma eternidade. Uma eternidade que carrego comigo, como a me lembrar do que n&#227;o devo esquecer.

Talvez por tudo ter sido t&#227;o fugaz &#233; que eu ainda carrego aquelas lembran&#231;as: t&#233;tricas sombras na mem&#243;ria. Sombras de lembran&#231;as que me acompanham como se aquele instante se houvesse transformado em parte de mim. Uma parte de mim que, mesmo que me esforce, n&#227;o consigo apagar, nem deixar para traz: persegue-me e me atormenta.

Por isso &#233; que hoje, n&#227;o sendo mais capaz de guardar esse segredo, me decidi partilha-lo com voc&#234;. N&#227;o sei se voc&#234; vai me entender; tamb&#233;m n&#227;o sei se estas minhas lembran&#231;as penetrar&#227;o em tua mente, fazendo-se presen&#231;a concreta como s&#227;o concretas as minhas lembran&#231;as.

O fato &#233; que as coisas aconteceram t&#227;o rapidamente que n&#227;o sei se n&#227;o foi justamente essa rapidez que fez com que tudo se tornasse t&#227;o constante; t&#227;o presente. T&#227;o presente que me atormenta ao me acompanhar.

Claro que vou te contar n&#227;o para que voc&#234; seja mais um a ter essas lembran&#231;as, mas para que voc&#234; entenda o que sou obrigado a ver todos os dias e v&#225;rias vezes por dia.

Aconteceu naquela noite

Muitas vezes eu j&#225; havia passado por aquele local, inclusive &#224; noite. E, a despeito das hist&#243;rias escabrosas e cabulosas que ouvia, nunca havia visto nada de diferente. Nada havia visto ou sentido a n&#227;o ser uma esp&#233;cie de desd&#233;m diante do medo confessado por outros tantos. E me vangloriava de n&#227;o ser medroso e n&#227;o me assustar. Sentia que tinha nervos fortes e controle sobre minhas emo&#231;&#245;es.

Ali&#225;s medo era uma palavra que n&#227;o constava em meu dicion&#225;rio.

Por tudo isso &#233; que naquela noite andava, calmamente, voltando para casa. Nem vale a pena contar de onde estava voltando. Voc&#234; n&#227;o iria acreditar. Mesmo que eu jurasse ser verdade voc&#234; ainda diria que estou mentindo. Ningu&#233;m acredita que algu&#233;m v&#225; l&#225; e volte, &#224; noite...

Caminhava eu, lenta e calmamente, como calma estava a noite, sem uma brisa sequer. O fato &#233; que tudo estava parado como se o pr&#243;prio tempo estivesse esperando aquele momento. E, ali&#225;s, s&#243; me dei conta desse detalhe depois, quando tudo j&#225; havia acontecido. Quando j&#225; n&#227;o havia mais nada a fazer para evitar. O poder do tempo passando &#233; inexor&#225;vel. Mas, como disse, tudo foi muito r&#225;pido.

Um s&#243; instante.

Foi quando aconteceu.

Foi quando vi aquela &#225;rvore

Aquela &#225;rvore e seus olhos de brasa, feito bra&#231;os com os quais, em minha dire&#231;&#227;o, brandia aquilo que parecia ser uma l&#226;mina, cintilante ao brilho das estrelas.

N&#227;o estava escuro, mas tamb&#233;m n&#227;o havia lua no c&#233;u.

Tamb&#233;m n&#227;o havia nuvens. Talvez por isso as estrelas estivessem t&#227;o brilhantes. Ou talvez o brilho das estrelas fosse s&#243; um contraste para aquela escurid&#227;o iluminada pelas estrelas de uma pequena estrada num campo adornado com aquelas &#225;rvores.

N&#227;o sei, exatamente o que aconteceu. S&#243; sei que somente a luz alva das estrelas me avisou, denunciando aquele movimento. Um brusco e r&#225;pido movimento, justamente em minha dire&#231;&#227;o.

Puro instinto de preserva&#231;&#227;o foi o que me moveu: dei um passo para tr&#225;s, inclinei, r&#225;pida e levemente o corpo e os galhos da &#225;rvore, com seus olhos em brasa empunhando aquela l&#226;mina passou, sibilante, bem na altura em que estava meu pesco&#231;o.

Embora tudo tenha sido assim t&#227;o r&#225;pido ainda pude sentir a frieza das folhas me empurrando, na continua&#231;&#227;o do movimento ro&#231;ante daquela l&#226;mina, brilhante e mortal.

Por ter sobrevivido, vi a ira daqueles olhos de brasa.

Olhavam-me como a me dizer que aquilo era s&#243; o come&#231;o. Como de fato foi, pois hoje, depois de tantos anos aquela cena me persegue. Pior. Aquela cena se repete...

Bem, naquele instante n&#227;o pude perceber muitos detalhes, mas a l&#226;mina parecia um cutelo, uma foice... Quem v&#234; filmes de terror ou l&#234; hist&#243;rias em quadrinho vai me entender. Aquela l&#226;mina lembrava aquele que se v&#234; nessas hist&#243;rias de terror. Mas n&#227;o era uma historinha, ou um filme. Era um fato que estava acontecendo, ali, comigo!

E havia um vulto!

N&#227;o!

N&#227;o se tratava daquele vulto que a gente se acostumou a ver desenhado nas hist&#243;rias em quadrinho, ou nos filmes de terror, representando a morte. Era pior, pois era verdadeira. E seu golpe se dirigia a mim, ou melhor, o que &#233; pior: contra mim.

Era um vulto com uma veste que, naquele escuro semi-prateado, perecia ser preta. Preta a veste, como pretas estavam as verdes e frias folhas que me haviam tocado, como que empurrando, naquele balan&#231;ar do cutelo.

Junto com meu grito, que saiu rouco de terror, minhas pernas tentaram correr.

N&#227;o pude.

Eu estava como que preso ao ch&#227;o. O susto como que me paralisara, atando-me as pernas.E, no reflexo da esquiva, nem pude dar um passo para tr&#225;s. Mas o movimento do corpo mais o esfor&#231;o da fuga, se juntaram para me derrubar.

Ca&#237;!

Ca&#237;, n&#227;o derrubado pelo medo, pois o terror que senti me impedia de ter medo. Ca&#237; derrubado pelo meu pr&#243;prio movimento de auto-preserva&#231;&#227;o.

Ca&#237; como se os pr&#243;prios galhos gelados da &#225;rvore me tivesse agarrado e atirado ao ch&#227;o.

Nesse instante, ainda mais aterrorizado, vi a &#225;rvore se levantar sobre suas ra&#237;zes e vir em minha dire&#231;&#227;o. Seus olhos brilhavam. Seus olhos, garras mortais, com aquela l&#226;mina brilhante, caindo sobre mim.

Por um instante bem mais &#237;nfimo e r&#225;pido, senti que meu fim se aproximava. Seria minha morte? Tive um &#225;timo de tempo para me perguntar.

Olhei tudo novamente, nesse infinitesimal instante. Talvez por isso &#233; que mal percebi o vulto que se ocultava ao se mostrar por entre as folhagens daquela &#225;rvore. Uma arvora que eu j&#225; n&#227;o sabia se me atacava ou me protegia.

&#201; mentira o que dizem quando afirmam que na hora da morte se v&#234; o filme da vida passando diante dos olhos. N&#227;o vi nada. S&#243; via o perigo. E sentia: meu fim estava pairando sobre mim e eu nada podia fazer. Nem teria tempo de dizer, "ai meu deus", como se alguma divindade qualquer pudesse fazer algo para me salvar.

Numa situa&#231;&#227;o de perigo n&#227;o s&#227;o as divindades ou seja l&#225; o que for, que interferem para nos salvar. O que nos salva &#233; nossa capacidade de perceber o perigo e reagir sobre ele – ou contra ele. Mas tem que reagir r&#225;pido. Essa rapidez &#233; o que determina a nossa salva&#231;&#227;o ou a morte.

N&#227;o morri.

Mas eu tamb&#233;m n&#227;o reagi. Nada! O medo me paralisou.

Mas o desespero, como que se personificando, me jogou para um lado. Naquele gesto de me preservar, perdi o equil&#237;brio. Pelo menos &#233; isso que imagino, hoje, depois de tanto tempo j&#225; passado. Mas naquele momento n&#227;o deu tempo de pensar nada disso. Tudo estava acontecendo – e aconteceu – r&#225;pido demais.

Rolei ladeira abaixo caindo sobre pedras pontiagudas. S&#243; percebi que parei de cair quando meu corpo foi penetrado pelas navalhas da &#225;gua gelada daquele lago que a natureza, em eras remot&#237;ssimas havia colocado ali.

At&#233; parece que ele sempre estivera ali, escavado por uma casualidade inacredit&#225;vel, para me aparar naquela queda.

&#201; verdade que, quando crian&#231;a, em tardes de ver&#227;o, me banhava naquelas &#225;guas escuras. Fazia isso com o cora&#231;&#227;o apertado pelo medo. Medo de ser apanhado fazendo uma peraltice – crian&#231;a banhar-se num lago era uma grande peraltice; medo dos assombros que me invadiam a consci&#234;ncia-crian&#231;a, assustada com as hist&#243;rias de coisa de outro mundo, que ouvia dos mais velhos.

Antes de afundar, ainda vi. Melhor dizendo, senti que meus ouvidos captavam o som sat&#226;nico de uma gargalhada como a zombar de meu medo ou a me dar uma li&#231;&#227;o para minha incredulidade.

Antes de afundar na &#225;gua gelada pude perceber que os olhos de brasa, dos galhos da &#225;rvore se acalmavam. E, misturado &#224;s ramagens escurecidas pela escurid&#227;o da noite estrelada pude ver novamente o vulto. Pude distinguir suas formas da forma da &#225;rvore. Pude perceber que aqueles olhos mortais com aquela l&#226;mina que me atacaram eram diferentes dos olhos de brasa dos galhos da &#225;rvore.

S&#243; ent&#227;o pude perceber que a &#225;rvore, apesar de ter me assustado e quase me agredido, n&#227;o se levantara sobre suas ra&#237;zes para me atacar, mas para me proteger – ou para me avisar do perigo.

N&#227;o sei se desmaiei ou o que aconteceu comigo. A &#250;ltima coisa que me lembro de ter percebido foi a dor daquelas l&#226;minas da &#225;gua gelada penetrando em meu corpo, naquela eternidade de alguns segundos.

Mas eu sobrevivi.

N&#227;o sei como, mas sobrevivi.

Sobrevivi para poder contar que aquela cena me persegue, dia e noite.

Claro que hoje j&#225; n&#227;o sinto mais medo. A conviv&#234;ncia di&#225;ria com aquilo foi se tornando algo que habita em mim.

N&#227;o sei como nem porque aquela cena, ou melhor, aquele vulto, com aquela l&#226;mina mortal, me acompanha.

O que sei &#233; que depois daquela noite muitos milhares de pessoas morreram. Pessoas que nunca imaginava sequer que existissem.

Claro que entre essas que morreram alguns eram conhecidos. E o pior de tudo, alguns amigos. Todos mortos com a minha participa&#231;&#227;o.

Sim! N&#227;o duvide! Nem se assuste! Apenas preste aten&#231;&#227;o no que estou te dizendo!

Depois daquela noite, posso dizer que tive alguma participa&#231;&#227;o na morte de cada um de todos os que morreram... depois daquela noite a morte passou a ser minha companheira!

N&#227;o. N&#227;o matei ningu&#233;m!

S&#243; que aquele vulto me persegue.

Quer dizer, n&#227;o me persegue a mim. Eu &#233; que o vejo.

Para cada pessoa amiga, ou conhecida, ou estranha que encontro na rua e que est&#225; para morrer eu vejo aquele mesmo vulto, noturno, confundindo-se com aqueles galhos e aqueles olhos de brasa, daquela &#225;rvore em que vi aquele vulto.

E, ainda hoje, quando olho para algu&#233;m, olho duas vezes. Uma vez para ver a pessoa e outra vez para ver se n&#227;o vejo aquele vulto. Mas muitas vezes o vejo...

Muitas vezes ele est&#225; l&#225;. E quando ele est&#225;... sei que haver&#225; uma morte. A morte da pessoa que estou olhando

E isso me acompanha, diariamente, ao longo de anos.

Nesses anos todos pude ver e saber quem seria a pr&#243;xima pessoa a morrer, pois para cada futuro defunto, eu vejo o vulto acompanhando a pessoa. Como que esperando o momento exato.

O exato momento da morte.

Um vulto indefinido, mas que se torna n&#237;tido e percept&#237;vel, com aquela roupa escura e aquele cutelo nas m&#227;os.

E ent&#227;o, cada vez mais vejo o vulto, distinto do vulto da &#225;rvore, que me derrubou e me empurrou para a ladeira, para dentro das navalhas da &#225;gua gelada que me salvaram a vida, sei que algu&#233;m est&#225; marcado para a morte.

Cada vez que vejo aquele vulto, perto de algu&#233;m sei que aquela pessoa vai morrer.

E, ainda hoje, depois de tanto tempo, depois de tantos anos, cada vez que olho para algu&#233;m, olho duas vezes.

E muitas vezes eu vejo o vulto ao lado da pessoa.

Exatamente esse vulto que est&#225; agora atr&#225;s de voc&#234;, do teu lado direito, levantando uma l&#226;mina &#224; altura do teu pesco&#231;o...]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130478105</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130478105" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s72.flogao.com.br/2009/05/24/15/tb_130478105.jpg"/>
<media:title><![CDATA[Anime Friends 2009 ]]></media:title>
<media:text><![CDATA[Anime Friends 2009 ]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[*.*]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/207/130296930</link>
<pubDate>Thu, 07 May 2009 11:13:50 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/207/130296930"><img src="http://s72.flogao.com.br/2009/05/07/30/tb_130296930.jpg"></a><br><br>S&#243; atualizando! Respondo todos assim que puder

Arigato pelas visitas ;*


<a>Panbi~* </a>]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/207/130296930</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/207/130296930" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s72.flogao.com.br/2009/05/07/30/tb_130296930.jpg"/>
<media:title><![CDATA[*.*]]></media:title>
<media:text><![CDATA[*.*]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[» Full Metal Panic Fumoffu]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/226/130181310</link>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 16:54:18 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/226/130181310"><img src="http://s72.flogao.com.br/2009/04/26/53/tb_130181310.jpg"></a><br><br><a>» Full Metal Panic Fumoffu </a>


]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/226/130181310</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/226/130181310" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s72.flogao.com.br/2009/04/26/53/tb_130181310.jpg"/>
<media:title><![CDATA[» Full Metal Panic Fumoffu]]></media:title>
<media:text><![CDATA[» Full Metal Panic Fumoffu]]></media:text>
</media:content>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fate Stay Night]]></title>
<author>panbi</author>
<link>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130158832</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 16:09:43 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[<a href="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130158832"><img src="http://s72.flogao.com.br/2009/04/24/53/tb_130158832.jpg"></a><br><br><a>Hist&#243;ria</a>: Na cidade japonesa Fuyuki acontece uma guerra chamada Seihai Sensou, na qual sete magos, que possuem a habilidade de invocar os seus servos(que possuem almas que viveram no passado como her&#243;is), batalham entre si pelo C&#225;lice Sagrado, um artefato que possui poderes para realizar qualquer desejo do mago e do servo que o conseguirem.

A hist&#243;ria come&#231;a quando um rapaz chamado Emiya Shirou por acaso v&#234; a luta entre dois servos, Archer e Lancer. Como a guerra &#233; um segredo, Lancer o fere mortalmente. Mas uma aluna de sua escola, Tohsaka Rin,(a mestra de Archer) o salva. Lancer o persegue e o ataca novamente, e no momento cr&#237;tico, Shirou acaba invocando Saber, seu novo servo.

<a>Disillusion</a>
<a>Artista/Banda</a>: Sachi Tainaka
<a>Anime</a>: Fate/Stay Night ]]></description>
<guid>http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130158832</guid>
<media:content url="http://www.flogao.com.br/panbi/foto/224/130158832" type="image/jpeg">
<media:thumbnail url="http://s72.flogao.com.br/2009/04/24/53/tb_130158832.jpg"/>
<media:title><![CDATA[Fate Stay Night]]></media:title>
<media:text><![CDATA[Fate Stay Night]]></media:text>
</media:content>
</item>
</channel>
</rss>